Dança dos treinadores no pós-Mundial
Espanha, Japão, Polónia, Costa Rica, Austrália, Peru, Egito e Uruguai mudaram de selecionador. Mas pode haver mais...
Algumas mudanças já eram previsíveis, outras nem tanto! O Mundial acabou por sentenciar o fim da relação com vários treinadores e deixou outros em stand-by, como é o caso de Sampaoli, muito criticado na Argentina depois da eliminação nos oitavos de final e de uma fase de grupos com uma qualificação sofrível!
A prazo estava Fernando Hierro, chamado de emergência para substituir Lopetegui a dois dias da estreia na prova. O antigo central deixou o comando técnico de nuestros hermanos e já tem substituto.
Apesar da presença positiva no Mundial, também o Japão ficou sem treinador. Akira Nishino tinha contrato apenas para o Mundial e o mesmo não foi renovado.
Também de saída está Ricardo Gareca, selecionador do Peru, muito falado para suceder a Sampaoli, na Argentina... caso haja mudança na seleção alvi celeste!
Um pouco abaixo das expetativas no Mundial da Rússia, ficaram Costa Rica e Polónia. Em ambos os casos, as saídas de Óscar Ramírez e de Adam Nawalka foram resultados naturais.
Também Héctor Cúper deixou a seleção do Egito enquanto Bert Van Marwijk terminou a ligação à seleção australiana. Em ambos os casos, no último lugar dos respectivos grupos na competição.
Mais enigmático é o futuro do selecionador mexicano, Juan Carlos Osorio. Nem a surpreendente vitória sobre a Alemanha serviu para aumentar a popularidade no seu país. Talvez por isso, continue em aberto o futuro à frente da seleção mexicana. Confirmada está a continuidade de Tite e Low, apesar das eliminações prematuras de Brasil e Alemanha.
Última nota para a saída de Óscar Tabárez da seleção uruguaia. Uma saída já anunciada há muito pelo veterano treinador, a contas com problemas de saúde.
