A esperança que atenua a tragédia. Mais de 30 pessoas retiradas com vida dos escombros na Venezuela

    País foi atingido por dois sismos acima dos sete na Escala de Richter.

    Dois sismos, separados por poucos segundos e parte de um país que desabou.

    A Venezuela foi sacudida por dois sismos, com poucos segundos de intervalo entre ambos e com o abalo parte do país ruiu.

    O balanço oficial aponta para mais de 1000 mortes, até ao momento, mais de 3000 feridos e mais de 50 mil desaparecidos.

    As equipas de resgate têm trabalhado dia e noite na procura de pessoas com vida por entre prédios, edifícios, casas que ruíram.

    As operações de resgate já conseguiram retirar com vida mais de 30 pessoas, entre elas crianças.

    No terreno estão várias forças, de vários países, incluindo Portugal, com as histórias de pequenos “milagres” a servirem de energia para os próximos dias em que as buscas não vão parar.

    Os dois sismos, superiores a sete na Escala de Richter, aconteceram numa falha sísmica que não tinha atividade há 100 anos.

    Antes dos abalos, o sistema da Google, usado apenas em telemóveis Android antecipou os sismos ao se aperceber de movimentações no solo do território venezuelano diferentes do habitual. 

    A acumulação de energia levou a que estes sismos fossem devastadores, ao que se seguiram réplicas nos últimos dias.

    O território venezuelano vive em estado de emergência, estando ainda longe uma contabilização de todos os prejuízos.

    As escolas, por exemplo, vão ficar fechadas até seis de julho.