Atuação incendiária de Sam Smith nos Grammys

    Cerimónia marcada também pelas performances de Bad Bunny, Harry Styles ou Stevie Wonder.

    Quem melhor que Madonna, a Rainha da Pop, para a apresentação introdutória da atuação de Sam Smith com Kim Petras, em 'Unholy', nos Grammys? Madonna surgiu no Crypto.com Arena com um discurso ao seu estilo: "estão preparados para uma pequena controvérsia? Oiçam o que aprendi em quatro décadas na música. Se vos chamarem de chocantes, escandalosos, problemáticos, provocadores ou perigosos, é porque estão deifinitivamente com alguma coisa interessante. Estou aqui para agradecer a todos os rebeldes que andam por aí", acrescentando mais adiante que, “por falar em controvérsia, dá-me um enorme prazer apresentar-vos dois artistas incrivelmente talentosos que superaram o ruído, a dúvida, as críticas, até atingirem algo belamente profano. Estes são dois vencedores de Grammys, Sam Smith e Kim Petras". O par incendiou a noite dos Grammys, com uma atuação de aparato cénico, labaredas de fogo, uma jaula, dois palcos e um poderosa coreografia.

     

    Bad Bunny interpretou no palco dos Grammys os temas 'El Apagón' e 'Después de la Playa', a provocar um bailarico numa espectadora muito especial: Taylor Swift.

     

    Havia mais canções nomeadas que passavam pelo palco. Lizzo fez um díptico de 'About Damn Time' e 'Special'. Mary J Blige cantou 'Good Morning Gorgeous'. E Harry Styles subiu a uma placa giratória montada no palco para cantar o seu êxito 'As It Was'.

     

    Stevie Wonder e o guitarrista Chris Stapleton juntaram esforços para homenagear lendas vivas da editora Motown como o empresário Berry Gordy (e fundador da editora) e o cantor Smokey Robinson. 


    No In Memoriam, Kacey Musgraves cantou a versão de 'Coal Miner's Daughter', em homenagem a Loretta Lynn. Noutro tributo a uma cantora falecida no ano passado, Christine McVie (dos Fleetwood Mac), juntaram-se Sheryl Crow, Bonnie Rait e Mick Fleetwood para interpretarem 'Songbird'.