Fenprof admite voltar aos protestos

    A Federação Nacional dos Professores não concorda com rumo das negociações sobre o estatuto da carreira docente.

    A Federaçao Nacional dos professores admite avançar para ações de luta neste segundo período, protestos que podem passar por manifestações ou greve, mas nada está ainda decidido.

    O secretário-geral da Fenprof diz que tudo vai depender da reunião da próxima quarta-feira, dia 7 de janeiro, com o Governo sobre o estatuto da carreira docente.

    Para já, a estrutura sindical não tem gostado do rumo das negociações. "O que está em cima da mesa não aponta para a valorização da carreira, ameaça alías desvalorizá-la", diz José Feliciano Costa.

    No arranque do segundo período, a Fenprof alerta ainda para o agravamento da falta de professores nas escolas, sublinhando que o primeiro período terminou com cerca de 40 mil afetados e "o segundo período vai começar com todos esses problemas" e até pode piorar, alerta o dirigente, tendo em conta "os 310 professores" que passam agora para a aposentação.

    O segundo período começa esta segunda-feira e prolonga-se até 27 de março.