Greve dos trabalhadores não docentes pode encerrar escolas

    Querem a reposição da carreira de auxiliar de ação educativa e salários que reflitam a especificidade e desgaste da profissão.

    Os trabalhadores não docentes das escolas estão em greve para defender a reposição da carreira de auxiliar de ação educativa e salários que reflitam a especificidade e desgaste da profissão.

    A paralisação foi convocada pela Federação Nacional de Sindicatos Independentes da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (FESINAP) e abrange todos os trabalhadores não docentes de creches, escolas, misericórdias e instituições com atividades de apoio à família.

    No pré-aviso entregue a 17 de maio, a federação sindical defende ainda a Atribuição do suplemento de penosidade aos trabalhadores não docentes que exercem funções em unidades de ensino especializado e contesta as alterações à lei laboral propostas pelo Governo.