Metro parado, aviões em terra e comboios suprimidos. O impacto da greve geral

    A greve geral está a condicionar vários transportes e serviços. Há também várias escolas encerradas.

    A greve geral, convocada pela CGTP contra a reforma laboral, está a afetar vários serviços, com o maior impacto a ser sentido nos transportes.

    O Metro de Lisboa está parado esta quarta-feira, com o serviço a ser restabelecido na quinta-feira pelas 6h30.

    O Metro do Porto mantém-se em atividade nas linhas Azul (Senhora da Hora-Estádio do Dragão) e Amarela (Hospital S. João-Santo Ovídio).

    No setor ferroviário, a CP suprimiu 509 comboios até às 14h00, quase 75% das ligações previstas até essa hora.

    Há serviços mínimos que pode consultar aqui.

    Nos aeroportos, dos 508 voos previsto para hoje, foram cancelados até agora cerca 370, diz o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC)

    "Se contabilizarmos os serviços mínimos que são obrigatórios, estamos a falar de uma adesão de 85%", diz Ricardo Penarroias, dirigente do SNPVAC.

    A ANA alerta os passageiros para verificarem o estado do voo antes de se dirigirem para os aeroportos.

    Na Carris, em Lisboa, estão a ser garantidos os seguintes serviços mínimos:

    703, 708, 717, 726, 735, 736, 738, 751, 755, 758, 760 e 767

    Das 6h às 9h e das 16h às 19h - funcionamento em 100% do seu regime normal;

    Restantes horários - funcionamento em 50% do seu regime normal.

    Na Transtejo/Soflusa, a empresa refere que "no período da tarde, apesar da greve geral, vamos continuar a realizar carreiras nas ligações fluviais de Cacilhas, do Montijo e do Seixal."

    Além dos transportes, os sindicatos apontam impacto em outros setores, como serviços de saúde e escolas.

    A Fenprof, que aderiu ao protestos, diz que "há centenas de escolas fechadas" e que muitas escolhas ModA não estão a ser realizadas.