Porto Editora aposta em autores portugueses, mas sem esquecer nomes internacionais

    Grupo Porto Editora lança 140 novidades com destaque para Germano Almeida, Catarina Maldonado Vasconcelos e Rui Miguel Nabeiro.

    O Grupo Porto Editora vai lançar mais de 140 títulos no primeiro semestre de 2025 com destaque para autores portugueses como Germano Almeida, Catarina Maldonado Vasconcelos, Amílcar Correia, Rui Miguel Nabeiro, Manuel Catarino, Rui Miguel Pinto, Maria Isaac e António Breda Carvalho.

    Mas o catálogo conta também com autores estrangeiros que incluem Bill Gates, Leonardo Padura, Marta Pérez-Carbonell, Emilia Hart, Anthony Passeron, Percival Everett, Ken Kesey, Peter Flamm, Jacqueline Harpman, Ada D’Adamo, Jan Gradvall, Ilan Pappé e Kerry Brown.

    Já em janeiro é publicado "Se perguntarem por mim, não estou seguido de Haja harmonia", de Mário de Carvalho, duas peças teatrais premiadas e reunidas num só volume.

    A ficção portuguesa também estará em destaque com o thriller histórico "O Segredo de Tomar", que marca a estreia de Rui Miguel Pinto, com o lançamento do quarto romance de Maria Isaac, "Histórias que nos matam" que revela uma nova fase da autora, e com "O Censor Antifascista", de António Breda Carvalho, uma biografia invulgar que retrata o período salazarista, "um exemplo de manual de sobrevivência de quem se inconformou no tempo da ditadura", segundo a editora.

    Também será publicado "Quarenta Árvores em Discurso Direto", de António Bagão Félix, com ilustrações de João Leal Pereira. Esta é uma edição ampliada e atualizada de "Trinta Árvores", lançado em 2013.

    Na ficção internacional destacam-se "Nada mais ilusório", romance de estreia da espanhola Marta Pérez-Carbonell, e "As Sereias", de Emilia Hart, autora do sucesso Weyward, que, uma vez mais aborda temas como o empoderamento feminino ou as questões de género.

    É lançado, também, "As Crianças Adormecidas", de Anthony Passeron que aborda o impacto da heroína e da sida nos anos 80 "um retrato sóbrio de uma época de caos", e "James", de Percival Everett, uma reinvenção multipremiada de As Aventuras de Huckleberry Finn, que pretende "dar voz e expressão ao personagem James".

    Clássicos inéditos chegam finalmente a Portugal, como "Eu?", de Peter Flamm, "Voando sobre Um Ninho de Cucos", a célebre história de Ken Kesey que chega a Portugal 50 anos após a estreia do icónico filme protagonizado pelo ator Jack Nicholson, e "Eu Que não Conheci os Homens", de Jacqueline Harpman, um texto inquietante sobre companheirismo, liberdade e o que faz de nós humanos, e que nas palavras do jornal americano The New York Times " é um pequeno milagre".

    Entre as reedições destacam-se "A Escolha de Sofia", de William Styron, e "Confissões de Uma Máscara", no âmbito do centenário do nascimento de Yukio Mishima, a 14 de janeiro.

    Na Não Ficção é editado "Como o Ar", Ada D’Adamo conta à filha – marcada à nascença por múltiplas deficiências físicas e mentais – a história de ambas. "Como o Ar", Premio Strega 2023, é um romance extraordinária força. Ainda, "Ir a la Habana", de Leonardo Padura, que leva os leitores numa "viagem belissíma pela encantadora capital cubana", enquanto "The Story of ABBA: Melancholy Undercover", de Jan Gradvall, revela histórias inéditas sobre a famosa banda sueca, e que é um livro para quem gosta de música.

    Sob a chancela Ideias de Ler, será publicada a tão aguardada autobiografia de Bill Gates, "Código-Fonte", com lançamento mundial a 4 de fevereiro, e "Desperte o génio financeiro do seu filho", de Cristina Judas, um guia de literacia financeira para pais. "O legado do meu avô – Lições de Liderança e de Gestão", de Rui Miguel Nabeiro homenageia o fundador da Delta Cafés. Ainda, "Porque Sou Assim?" de Gemma Styles (irmã de Harry Styles), ajuda os Gen Z e os Millenials a compreenderem as suas emoções.

    "Israel vs Palestina", de Ilan Pappé analisa o conflito no Médio Oriente e apresenta possíveis soluções para a paz, "um guia sobre um conflito que começou muito antes do dia 7 de outubro de 2023. Em "A Mais Breve História de Taiwan", Kerry Brown explora a complexidade geopolítica da ilha, enquanto Catarina Maldonado Vasconcelos aborda o papel do Líbano em "A Mais Breve História do Líbano". Já Germano Almeida, em "O Colapso da Verdade", reflete sobre a reeleição de Trump e os riscos para a democracia global.

    Ainda, a obra-prima de Charles Baudelaire, "As Flores do Mal" surge numa edição revista e aprimorada, recuperando-se a premiada tradução de Fernando Pinto do Amaral, de 1992.

    Álvaro Magalhães volta a brindar-nos com a sua liberdade criativa sem limites com a nova coleção "Malik e os Dinossauros", que leva os leitores 70 milhões de anos atrás, explorando a vida no tempo dos dinossauros.