Legislativas: as propostas dos partidos à procura de um lugar na Assembleia da República

    As eleições legislativas estão marcadas para 30 de janeiro.

    Nos últimos anos têm surgido vários partidos com aspirações a um lugar na Assembleia da República.

    Da dita esquerda alternativa à direita social, são 11 os partidos que se apresentam a estas eleições legislativas com esperança de ganhar força (e terreno) no panorama político nacional. Mas para isso precisam do voto dos portugueses para conquistar a tão desejada representatividade parlamentar.

    Estas são algumas das principais prioridades destes partidos:

    O Volt é o partido estreante, pan-europeísta e progressista. Como medida urgente quer o lançamento de uma grande vaga de construção de residências para universitários e professores deslocados.

    O Aliança quer um aumento em 50% do subsídio de refeição para os funcionários públicos, e a unificação das polícias civis.

    O PCTP/MRPP defende a gratuitidade do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e da educação, bem como a suspensão do pagamento da divida publica do país.

    O R.I.R - Reagir, Incluir e Reciclar quer diminuir em 10% os custos das portagens, dos impostos sobre os combustíveis e do IVA da restauração.

    O Ergue-te surge das cinzas do PNR - o Partido Nacional Renovador. De extrema-direita, quer tornar a imigração mais restritiva e combater as políticas relacionadas com a comunidade LGBTQIA+.

    O MPT - Partido da Terra aposta na defesa de mais políticas públicas de incentivo à mobilidade elétrica e quer aumentar a rede pública de creches.

    O Nós, Cidadãos quer apostar no crescimento demográfico e na valorização do interior.

    Alternativa Democrática Nacional defende a exclusividade dos médicos do SNS e a transferência de serviços para privados, nomeadamente a nível autárquico.

    O Juntos Pelo Povo quer apostar na redução fiscal para as empresas e na redução do IVA da eletricidade.

    O Partido Trabalhista Português quer criar incentivos à natalidade, estimular os apoios para agricultores e pescadores, e o salário mínimo nos 1000 euros.

    O MAS - Movimento Alternativa Socialista pede o fim das empresas de trabalho temporário e quer a semana de trabalho reduzida a quatro dias.

     

    *A ordem em que são apresentados os partidos corresponde aos resultados da legislativas de 2019 (com exceção do Volt, único partido estreante nestas eleições). Confira abaixo os  dados.