Imprensa internacional continua a colocar disco de Rafael Toral entre os melhores do ano
"Spectral Evolution" em 2º na lista da revista Wire e em 14º no balanço do site Pitchfork.
O álbum do músico português Rafael Toral, “Spectral Evolution”, continua a somar presenças nas listas de melhores discos do ano na imprensa especializada internacional. O álbum eletroacústico passa a surgir também muito bem classificado na reputada revista britânica The Wire, com um 2º lugar, e no balanço do site norte-americano Pitchfork, na 14ª posição.
Também na lista dos melhores discos do ano para a Wire, surge no top 50 a portuguesa Nídia, cujo álbum de colaboração com a italiana Valentina Magaletti, “Estradas”, se classifica em 31º, à frente de obras como “Milton + esperanza”, de Milton Nascimento & Esperanza Spalding (em 33º), “Amelia” de Laurie Anderson (em 34º), “Not Like Us” do rapper Kendrick Lamar (em 35º), ou de “Invincible Shield” dos Judas Priest (em 36º).
Na lista da Wire, o disco de Rafael Toral, “Spectral Evolution”, só é superado por “Giant Beauty”, do músico de free jazz Ahmed. Discos muito venerados este ano pela crítica musical como “Diamond Jubilee” de Cindy Lee (em 6º), “The Collective” de Kim Gordon (em 8º) ou “Absolute Elsewhere” da banda de death metal Blood Incantation (em 16º) surgem bem posicionados na lista da Wire, mas atrás da obra de Rafael Toral.
Tal como já noticiámos, também a revista digital inglesa de referência The Quietus havia considerado dois discos portugueses entre as 100 melhores obras discográficas deste ano: “Spectral Evolution” de Rafael Toral, em 7º lugar, e “Ficar Vivo” dos Caveira, em 66º.
Rafael Toral, que chegou a ser membro dos Pop dell’ Arte e produtor dos Supernova, colaborou com Sei Miguel e João Paulo Feliciano, tendo desenvolvido um percurso em nome próprio reconhecido internacionalmente. Toral tem trabalhado no domínio eletroacústico, que caracteriza, por exemplo, “Spectral Evolution”.
