Sem indicação de réplicas, Proteção Civil nega "motivo para alarme" após sismo em Lisboa

    Autoridade de emergência diz estar em contacto com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera e pede que não se dê início a um "alarme exponencial".

    A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil garante não haver "motivo para alarme" depois do sismo de magnitude 4.7 na escala de Richter registado pelas 13h24 desta segunda-feira.

    Em declarações a esta rádio, o comandante José Miranda confirmou que o epicentro se localizou "cerca de 14 quilómetros a oeste-sudoeste do Seixal" e que "não foi emitido aviso de alerta para tsunami".

    As autoridades não têm também "registo de qualquer dano estrutural ou vítima" e recomendam "manter a vida normal, com toda a segurança que temos tido até agora".

    "Não há motivo para alarme", sublinhou o mesmo responsável, que explica que a ANEPC está "em estreita colaboração, interligação e contacto com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera".

    Quanto a réplicas, não foi passada "nenhuma informação de previsão" de uma ocorrência significativa, estando o "em monitorização constante".

    "Se houvesse alguma situação de alarme, cautela ou informação para toda a população, já nos teria informado", explica o comandante, recomendando a quem está em território nacional que se mantenha em segurança, "mas não façamos disto um alarme exponencial porque a situação está normalizada neste momento".

    Um sismo de magnitude 4.7 na escala de Richter com epicentro a cerca de 14 quilómetros a oeste-sudoeste de Seixal, no distrito de Setúbal, foi registado hoje pelas 13h24 nas estações da Rede Sísmica do Continente, revelou o IPMA.