EUA bombardeiam instalações nucleares no Irão

    De acordo com a nota publicada por Donald Trump, "uma carga completa de BOMBAS foi lançada sobre o principal alvo, Fordow".

    Os Estados Unidos da América atacaram este sábado três instalações nucleares no Irão, anunciou Donald Trump nas redes sociais na sua conta oficial e na conta oficial da Casa Branca. “Concluímos com grande sucesso o nosso ataque aos três locais nucleares no Irão, incluindo Fordow, Natanz e Esfahan", escreveu o presidente norte-americano.

    De acordo com a nota publicada por Donald Trump, "uma carga completa de BOMBAS foi lançada sobre o principal alvo, Fordow" e assegura que "todos os aviões estão agora fora do espaço aéreo do Irão" e a regressar "a casa em segurança".

    Na mesma publicação nas redes sociais, Trump acrescenta que

    O presidente norte-americano diz não haver "outro exército no mundo que pudesse fazer isto" e termina dizendo que "AGORA É TEMPO DE PAZ!"

    Com estes ataques, os EUA juntam-se a Israel nos ataques ao Irão com o objetivo de limitar o programa nuclear do país.

    O Irão prometeu retaliar contra qualquer ataque norte-americano, caso o país se juntasse aos ataques israelitas.

    A decisão de envolver diretamente os Estados Unidos surge dias depois do início dos ataques de Israel ao Irão, que tentaram erradicar sistematicamente as defesas aéreas e as capacidades de mísseis ofensivos do país, ao mesmo tempo que danificaram várias instalações de enriquecimento nuclear.

    As autoridades norte-americanas e israelitas afirmaram que os bombardeiros “stealth” norte-americanos B-2 e uma bomba com mais de 10 toneladas, que só aqueles aparelhos conseguem transportar, ofereciam a melhor hipótese de destruir locais fortemente fortificados ligados ao programa nuclear iraniano, enterrados no subsolo, como é o caso da central nuclear de Fordow, a menos de 100 quilómetros a sul de Teerão, que se acredita proceder a enriquecimento de urânio acima dos 60%.

    Donald Trump anunciou ainda que falará às 3h00, hora de Lisboa, a partir da Casa Branca, sobre a "operação militar no Irão" que considera ser "um momento histórico para os EUA, para Israel e para o mundo".