Palavra-passe do sistema de videovigilância do Museu do Louvre era "Louvre"
Investigação indica que o sistema de software está desatualizado desde 2003.
O assalto ao Museu do Louvre, em Paris ainda não é um assunto fechado.
Diz o ditado “Casa arrombada, trancas à porta” e o furto ao museu, que causou prejuízos de 88 milhões de euros, tem levado a revelações…curiosas.
De acordo com o jornal Libération, que teve acesso a documentos confidenciais de uma auditoria à vigilância do museu, a palavra-passe do sistema de videovigilância do Museu do Louvre era…”Louvre”.
Desde 2003, já passaram mais de 20 anos, que o sistema de supervisão das câmaras de vigilância não é renovado.
Mas, não se fica por aqui os erros e falhas na segurança do espaço, com os documentos confidenciais a mostrarem que o sistema operativo dos computadores do museu era, em 2021, o antigo Windows Server 3.
Durante a auditoria, os especialistas que a fizeram conseguiram entrar na rede informática do museu através de computadores comuns, daqueles que usamos diariamente e através deles desligar câmaras de vigilância.
